A revolução da banda larga
Uma iniciativa revolucionária relativa ao direito à informação e inclusão digital está sendo concretamente finalizada esta semana, pelo governo brasileiro.
É o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado oficialmente em maio de 2010, cujo objetivo é massificar e popularizar ao máximo o acesso de internet banda larga à população e às cidades menos favorecidas pela riqueza econômica.
O plano, que será gerido pela Telebrás e terá a participação de operadoras do serviço (até o momento, quatro já fecharam com o governo), prevê que, no limite, todas as cidades brasileiras tenham acesso à conexão via banda larga até o ano de 2014. Hoje, 104,7 milhões de brasileiros não acessam a internet.
A velocidade oferecida pelo serviço será de 1 megabyte e o preço, hoje estimado em R$ 35, poderá cair ainda mais, não só por interferência do próprio mercado como também por questões tributárias (impostos).
Trata-se de um plano de inclusão digital e investimentos sem precedentes. Não apenas por tirar do limbo a população brasileira ainda excluída do mais revolucionário meio de comunicação já surgido, mas também pelo que o projeto deve estimular na economia dos pequenos centros.
Por exemplo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizará R$ 1 bilhão para investimentos das micro, pequenas e médias empresas prestadoras de serviços de telecomunicações e lan houses.
O potencial do ambicioso plano formatado no governo Lula e que será concretizado agora, no mandato de Dilma Rousseff, é extraordinário.
É o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado oficialmente em maio de 2010, cujo objetivo é massificar e popularizar ao máximo o acesso de internet banda larga à população e às cidades menos favorecidas pela riqueza econômica.
O plano, que será gerido pela Telebrás e terá a participação de operadoras do serviço (até o momento, quatro já fecharam com o governo), prevê que, no limite, todas as cidades brasileiras tenham acesso à conexão via banda larga até o ano de 2014. Hoje, 104,7 milhões de brasileiros não acessam a internet.
A velocidade oferecida pelo serviço será de 1 megabyte e o preço, hoje estimado em R$ 35, poderá cair ainda mais, não só por interferência do próprio mercado como também por questões tributárias (impostos).
Trata-se de um plano de inclusão digital e investimentos sem precedentes. Não apenas por tirar do limbo a população brasileira ainda excluída do mais revolucionário meio de comunicação já surgido, mas também pelo que o projeto deve estimular na economia dos pequenos centros.
Por exemplo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizará R$ 1 bilhão para investimentos das micro, pequenas e médias empresas prestadoras de serviços de telecomunicações e lan houses.
O potencial do ambicioso plano formatado no governo Lula e que será concretizado agora, no mandato de Dilma Rousseff, é extraordinário.
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